Dia 22/01/07 foi realizada audiência pública sobre o Passe Livre em Duque de Caxias-RJ. A audiência contou com a presença de representantes de grêmios estudantis, da União dos Estudantes de Duque de Caxias (UEDC), da Associação Regional dos Estudantes da Baixada Fluminense (ARES), Associação de Pais e Amigos das Escolas de Caxias, associações de moradores, Partido dos Trabalhadores, governo municipal, Ministério Público, representantes dos empresários de transporte, entre outros.
A audiência foi convocada diante da possibilidade de só ter acesso ao passe livre os estudantes que estiverem portando o RioCard (cartão eletrônico) , lembrando que os estudantes de Caxias não estão cadastrados no programa e levando em consideração que o cadastro demoraria 6 meses. Havia a possibilidade de que na volta às aulas em fevereiro, a estudantada fosse impedida de usufruir seu direito ao passe livre. Mas ficou mesmo só no "havia", pois o acordo firmado entre todos presentes na audiência (acordo que vale como medida judicial) garante que o passe livre continuará valendo, até o cadastramento de todos no programa RioCard.
Foi uma vitória parcial
O balanço da audiência feito pelo representante da ARES é positivo tendo em vista que a audiência ocorreu em janeiro, mês de férias e portanto de difíceis condições de mobilização estudantil.
Quando o cadastro do RioCard estiver pronto, com ele, o passe livre será limitado em X viagens por mês, dificultando a vida de quem faz estágio, mora muito longe da escola e precisa de várias conduções, dificultando até o acesso a bibliotecas, teatros etc.
Diante disso, o movimento estudantil prepara o primeiro semestre de 2007 para ser um período de mobilização e organização das entidades estudantis , lutando para fazer o passe livre ser realmente livre.
Estatização Já dos meios de Transporte!
Para a Juventude Revolução, o RioCard, os micro-ônibus, a colocação de roletas na frente (limitando a quantidades de usuários do passe livre), o financiamento estatal do passe livre, entre outras medidas, tratam-se nada mais nada menos de restaurar aos poucos a situação anterior a 1998 quando o passe livre não existia no RJ e os empresários de transporte pilhavam sem preocupações o serviço de transporte público. Por isso é que os militantes da JR defendem a estatização dos meios de transporte, porque só arrancando a catraca dos ônibus é que teremos o pleno passe livre. Esse deve ser o norte do nosso movimento.
Entre em contato com a JR em Duque de Caxias.
Flávio (21) 9441-5809
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domingo, 28 de janeiro de 2007
Adquira nossa cartilha do Transporte Público com os nossos militantes e apoiadores onde nós explicamos a política de privatização do transporte público e as maneiras de organizar campanhas pela redução das passagens e pelo passe livre na sua cidade.
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