Juventude Revolução
 
Jovens Soldados Israelenses se recusam a reprimir palestinos

O Exército é uma instituição chave do Estado de Israel. A partir dos 18 anos de idade, os homens têm de servir o Exército três anos e as mulheres, dois. Recusar o serviço militar é considerado um dos piores crimes pelo governo, e resulta em prisão sob acusação de traição nacional.

Desde a segunda Intifada palestina em 2000, cerca de 500 oficiais do Exército deserdaram por razões declaradamente políticas - leia-se - se recusaram a praticar a política de opressão sobre o povo palestino.

Em janeiro de 2003, um manifesto com 600 adesões de soldados causou grande polêmica em Israel, por defender o ponto de vista daqueles que eram presos. Desde então um movimento conhecido como refusenik começou a ser organizar.

No final do ano passado, no contexto do acirramento das tensões em Gaza, um grupo de estudantes - chamados de shiminstim, que quer dizer secundaristas em hebraico - lançou um novo movimento chamado “objeção de consciência”, em defesa do abandono do exército por parte dos soldados.

Quatro destes jovens foram presos e lançaram um apelo internacional pela sua libertação. No vídeo que circula no YouTube, eles justificam seu abandono do exército e fazem uma contundente denúncia da política de ocupação e repressão israelenses. Ao mesmo tempo, eles solicitam o envio de cartas ao Ministério de Defesa de Israel como forma de pressão para a sua absolvição.

Somos todos palestinos! Somos todos shiministin!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

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